Po! Acabei de ler, em 3 dias, uma das histórias mais hilárias e loucas da minha vida. Y: The Last Man é uma daquelas HQs que vc começa e não quer parar de ler.
Imagine um mundo em que todos os machos, somos nós, homens, que temos o cromossomo Y, do título da história ou apenas um trocadilho com a letra inicial de Yorick, o tal último homem do planeta, morrem, são exterminados, extintos da face da terra.
Pense que agora a terra é toda dominada por mulheres, que fazem coisas que nunca imaginaram fazerem em suas vidinhas medíocres, frustrantes e monótonas, desculpem as feministas de plantão, mas é assim que muitas vezes as mulheres são mostradas no decorrer da história. Mulheres se tornando guerreiras, líderes de estado, mecânicas, entre outras coisas, assumindo papéis que eram outrora dos homens.
E nesse mundo atacado por essa "praga" resta somente Yorick Brown e seu macaquinho (sim, o outro "macho" da historia), chamado Ampersand, que descobrem serem os únicos sobreviventes disso e que resolve a partir daí procurar a sua namorada, Beth, que está do outro lado no planeta, mais precisamente na Austrália.
Nessa jornada se descobre que Yorick é filho da futura presidente americana, pois ela era ministra da agricultura, na cadeia hierárquica de poder, tem uma irmã, chamada Hero, que se une as Filhas das Amazonas, uma "gangue" de mulheres loucas e psicopatas, e se une a Dra Mann e a agente do Cuper Ring, 355 (sim, esse é o "nome" dela por toda história).
E nessa busca pela namorada ele acabe se envolvendo e muitas confusões, que eu não vou contar, só pra vcs lerem, faz amizades com outras mulheres, descobre a causa da "praga", se torna um "homem" entre outras coisas.
Vale muito a pena ler.
Se alguma editora nacional resolver lançar encadernado é bem capaz que eu compre, pois eu li em scans (forma digital que alguns leitores começaram a usar para facilitar a outros leitores sem poder aquisitivo pra comprar muitas revistas).
Deixo pra vcs também uma amostra das capas, a maioria excelentes, dessa revista cheia de referências a cultura pop.